| TURISMO CIENTÍFICO
Para os que querem aliar o prazer de conhecer lugares paradisíacos à busca pelo conhecimento e conscientização ecológica, o Pará também oferece opções variadas. Uma delas é a Floresta Nacional de Caxiuanã. Fica no município de Melgaço, a 296 km de Belém; e a Floresta Nacional do Tapajós, na região oeste do Pará.
Em Caxiuanã, o Museu Paraense Emílio Goeldi mantém a Estação Ferreira Pena, onde há pesquisas sobre fauna, flora, ambiente físico e o homem da região. São 330 quilômetros quadrados de floresta densa, acessíveis apenas por barco, a partir de Belém.
A natureza intocada do local é fundamental para o desenvolvimento das pesquisas do Museu Goeldi. A Estação é espaço também para a promoção da melhoria da qualidade de vida das comunidades próximas, fazendo do projeto uma fonte de renda para a manutenção da infra-estrutura e meio para difusão do conhecimento científico produzido no local e disponibilizado para os visitantes.
Outra opção é a Floresta Nacional do Tapajós, localizada na região oeste do Pará. O acesso é por via rodoviária. Possui área estimada em 600 mil hectares. Institutos científicos e universidades desenvolvem pesquisas e experimentos com povos antigos, que vivem no local há centenas de anos. Lá moram 1.200 famílias, em 26 comunidades, que vivem da agricultura de subsistência e do extrativismo vegetal.
A Flona do Tapajós abrange os municípios de Belterra, Rurópolis, Aveiro e Placas. Faz limite com o rio Tapajós, com a rodovia BR 163 (Santarém-Cuiabá - 160 Km) e com o rio Cupari.
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