Marajó - ecoturismo

Marajó: rural e selvagem

Na Ilha do Marajó, não se sabe onde começa a vida rural e termina a vida selvagem. Nelores e búfalos convivem harmoniosamente com garças, que lhes limpam o pêlo de insetos, e capivaras que ainda fogem da cavalgada dos vaqueiros.

A rica biodiversidade amazônica está por todo lado, até nos hotéis-fazenda dessa ilha que fica na foz do Rio Amazonas e é parte de um grande arquipélago com o mesmo nome.

De fevereiro a maio, as chuvas inundam os campos de pastagem, e os veículos terrestres são substituídos pelos aquáticos, na mesma estrada, entre jardins deslumbrantes.

De maio a janeiro, os passeios pela ilha permitem desde a experiência em praias de água doce até o contato com vestígios de civilizações pré-colombianas. Toda essa aventura parte de Soure e Salvaterra, cidades gêmeas ao leste da grande Ilha do Marajó.

No mesmo arquipélago, a Ilha de Caviana, de 5 quilômetros quadrados, é o melhor observatório para assistir a pororoca – o confronto das águas do Rio Amazonas com as do Oceano Atlântico – nas grandes marés de sigizia, que ocorrem em abril e setembro. E a ilha de Mexiana, dotada de um resort especializado em ecoturismo, é o lugar do contato direto com a selva amazônica e o grande rio-mar.


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B
C
D
Desfiladeiro
E

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F

Florestas

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G

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H
 
I
J
Jambu
K
 
L
 
M

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