| MARAJÓ SALVATERRA
Difícil resistir aos encantos dessa princesa marajoara
A “Princesinha do Marajó”, como é conhecida, está entre o rio Amazonas e o Oceano Atlântico. O clima tropical quente e úmido é intercalado por chuvas e ventos regulares. Banhada pelo rio Paracauari e pela Baía de Marajó, Salvaterra ocupa apenas 2% da área total do Marajó. É o menor município da ilha.
Salvaterra tem um encantador cenário ecológico formado por furos, campos, fazendas, rebanhos de búfalos, belas praias, florestas pouco densas, campos inundáveis, cerrados e um folclore bastante expressivo, tanto na dança quanto na música.
A religião também deixou sua marca nesse pedacinho do Marajó. A primeira igreja de Salvaterra, na vila de Joanes (uma das 47 vilas do município), foi construída no século XVII pela Ordem dos Jesuítas.
O município de Salvaterra tem muito a oferecer quando o assunto é ecoturismo. Das praias - que em determinado período do ano sofrem a influência do mar - às fazendas de búfalos - com os passeios pelos campos marajoaras - os atrativos são diversos. A prática da pesca esportiva é uma das atividades que apresenta grande potencial no município.
Por muitos anos o município pertenceu à cidade de Soure, como um simples povoado. Em fevereiro de 1901, foi elevado à categoria de vila. No mês seguinte, foi instalada a divisão territorial fixada em 1943. Só em 29 de dezembro de 1961 Salvaterra passou a ser considerada município. Hoje, fazem parte de Salvaterra os distritos de Condeixa, Joanes, Jubim e Monsarás.
O turismo - principalmente o rural - é fonte de renda para a população local. O município conta com restaurantes e bares regionais, farmácias, lojas de confecções, panificadoras, postos de gasolina, banco, lojas de materiais de construção e mercado municipal.
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